LOVE,LOVE,LOVE

LOVE, LOVE, LOVE

Love, love, loveE eis que chega a semana do dia dos namorados. Até pensei em fugir do assunto, não pensar, deixar pra lá, racionalizar tudo num discurso de data comercial, etc e tal. Mas não deu pra ignorar o clima romântico que pipoca nos milhares de coraçõezinhos espalhados por aí, nos olhos dos casais, nas vitrines das lojas e nos muros da cidade… Então, eu me rendo. Vamos lá.

Costumo colecionar pequenas pérolas que vou ouvindo no dia-a-dia, coisas que grudam na minha cabeça e não saem nunca mais, e que muitas vezes vêm do mais absoluto nada ou dos lugares mais inusitados.

Já fui uma “seriemaníaca”. Curtia os famigerados enlatados norte-americanos, de todo tipo – suspenses, dramas, sitcoms, comédias. Uma das minhas preferidas é a já extinta comédia Ally McBeal, protagonizada pela atriz Calista Flockhart ( a magrela que pegou o Harrison Ford ). A série, escrita pelo mega-roteirista David E. Kelley ( que, por sua vez, pegou a Michelle Pfeifer ), contava a história de uma advogada atrapalhada quase trintona, que tentava acertar-se profissional e emocionalmente na vida. Muito delirante, Ally tinha suas idas e vindas amorosas com vários homens, de todos os tipos. Suas tentativas sempre naufragavam, hora por causa dela mesma e suas esquisitices, hora por causa dos homens sacanas e/ou loucos que ela arrumava. A trilha sonora da série era perfeita, e o elenco muito acertado. A série, ao longo dos anos, contou com dezenas de participações especiais de atores, cantores e comediantes, inclusive do meu amor, Bruce Willis. Ai, ai.

Um dos melhores amigos de Ally era o excelente advogado Jonh Cage ( interpretado por Peter MacNicol ). Jonh indicou a ela uma terapeuta maluca, que ela trocou por um outro lá pela quinta temporada ( quando a série já não ia tão bem de audiência e vários atores abandonaram o barco furado ). Em um episódio, quando ela ainda tentava superar o fim de um de seus relacionamentos mais duradouros ( com Larry, representado pelo ator Robert Downey Jr – ai, ai de novo ), Ally encontra seu novo terapeuta com uma dúvida. Jonh Cage, seu amigo, racionalmente, era o par perfeito pra ela. Eles eram parecidos, se entendiam muito bem, tinham objetivos parecidos. E ela conta ao terapeuta que, cansada de sofrer, tinha chegado a conclusão que devia amar Jonh. Mas, se tudo era assim tão simples, por que ela não conseguia amá-lo? Ou será que ela amava e não tinha percebido ainda?

O terapeuta ( muito doido ), apresenta a ela uma teoria interessante que, segundo ele, poderia acabar com todas as dúvidas. Quando temos dúvida se uma pessoa é a pessoa certa pra nós, devemos imaginá-la em três situações básicas.

1 – Devemos imaginar essa pessoa conosco, em frente a uma lareira, daqui 30 anos. Na imagem, ambos conversando serenamente, depois de uma semana intensa de trabalho, sobre um livro que leram, ou uma música que ouviram, ou sobre algo que vem acontecendo no mundo.
Conversando...

2 – Imaginar essa pessoa, de acordo com tudo que sabemos dela, como pai ( mãe ) de um filho ou filha nosso.
Papai... Mamãe...

3 – Imaginar essa pessoa lambendo chantily do nosso umbigo numa noite qualquer.
extasiados...

Se as três sensações forem boas, ou muito boas, e forem recíprocas… Então, está feito. O amor pode se fazer entre o sortudo casal.

Claro, Ally descobriu que não amava Jonh Cage, e nem poderia, dada a dor no estômago que sentiu ao imaginar a terceira situação.

Mas as palavras daquele terapeuta maluco nunca mais me saíram da cabeça. E as utilizei muitas vezes na vida para entender o porquê de certas sensações. Elas me foram muito úteis para entender os caminhos do meu coração em alguns momentos cruciais de confusão sentimental. É quando você se vê em uma enrascada, uma situação de não saber se aquela pessoa que está ali perto, ou mesmo que não está perto, mas está rondando seus pensamentos, é a pessoa certa.

Pra algumas pessoas, a pessoa certa é aquela que tem uma gorda conta bancária, ou um carro do ano. Pra outras, a pessoa certa é aquela que concorda com tudo que for dito, sem questionar. Pra outras, a pessoa certa é aquela que cuida de tudo, sem que elas precisem se preocupar com mais nada. Pra outros, a certa é aquela que dispare o coração constantemente. Pra outras, é aquela que traz calmaria. Pra outras, aquela que dá a segurança, ainda que ela seja comodista. Pra outras, aquela que alimente alguma de suas loucuras. Pra outras, é aquela que desperte o desejo, ou a raiva. As possibilidades e combinações são infinitas, assim como as pessoas em seus mistérios são cheias de infinitas combinações sentimentais.

Eu já amei de forma arrasadora, daquelas que desde o primeiro momento me fizeram acreditar que o amor existia, e estava encarnado ali na minha frente. Amei daquele jeito que tive vontade de mudar minha vida de uma vez, mexer tudo de lugar, só pra estar com aquela pessoa. Amor de um jeito que apertava o peito, me deixava de sobressalto constante, até doía de tão forte. Amor de uma forma esgotante, completa, intensa. Tão intensa e embaralhada que eu não sabia mais onde eu terminava e onde começava o outro. Não sei se era amor ou se era loucura, vontade de sentir. Foi bom, foi maravilhoso, foi inesquecível. Mas não bastou. Faltava a praticidade do dia-a-dia, a clareza dos obejtivos, a capacidade de saber a hora de parar de olhar um para o outro e olhar para a vida, que não pode ser ignorada.

Também já amei devagarinho. Daquele jeito que começa no mau humor, na desconfiança, no desentendimento. E, no dia a dia, senti aquele amor ir se formando, como um quadro que vai sendo pincelado aos poucos, uma imagem confusa que ia se clareando. E quando me dei conta, estava ali, precisando daquela pessoa, como precisava ir trabalhar todos os dias, como precisava me alimentar, ou dormir. Não sei se era amor ou comodismo. Foi bom, foi maravilhoso, foi inesquecível. Mas não bastou. Faltava a intensidade de um sentimento, aquela sensação que vai durar, aquela vontade de que não acabasse nunca, aquela certeza inexplicável de encontro.

Também já briguei muito comigo mesma e esse coração velho de guerra. Às vezes, era por gostar demais de alguém que não tinha nada pra ser a pessoa certa. Gostar de quem me machucava, mas me fazia feliz também. Alguém com uma lista enorme de defeitos, mas com a principal das qualidades. Às vezes, a briga era por ter ali, perto de mim, alguém que tinha tudo pra ser a pessoa certa, mas não me despertava aquela emoção quente, não me fazia apaixonada. Às vezes, era por tentar gostar de alguém que apenas era amiguinho, ou apenas um amante incrível, ou apenas um namorado perfeito pra apresentar pros outros, mas nunca tudo isso junto. Brigava comigo e dizia, “menina, você é exigente demais. Assim, nunca vai achar a tal pessoa certa. Queira menos.”

O tempo, esse professor incrível, foi me ensinando três verdades ( que ao menos para mim, são verdades hoje ). A primeira delas, é que existem pessoas certas pra cada momento de vida, e que um relacionamento dá certo enquanto dura, seja um dia, um mês, 15 anos ou a vida toda. A segunda, é que é preciso tentar quantas vezes for necessário pra encontrar alguém que sacie essa busca, e que esse alguém tem que ter certas coisas das quais não dá pra abrir mão. E isso não é teimosia, ou exigência, não. É respeito pela minha natureza e pelos meus sonhos, e se não rolar, vai virar cobrança, mágoa, superficialidade. E a terceira, é que vale sempre a pena tentar. E que tentar, na verdade, já é viver.

Na semana do tal dia dos namorados, me vejo aqui, com algumas possibilidades, desde ficar sozinha até começar algo especial, passando por ficar com alguém por ficar, pelo momento. Seja qual for a minha escolha, será a escolha do coração. E quanto à pessoa certa…

O terapeuta da Ally está certo, independente de gostos ou personalidades. Sem afinidade, sem possibilidade de fazer planos juntos, e sem tesão… Não dá pra ter um relacionamento completo. Algumas pessoas podem até trocar por menos, e aceitar uma ou duas dessas condições, afinal… Antes mal acompanhado do que só, e isso é legítimo também. Mas quem quer bem viver o amor, em toda a sua amplitude, precisa achar a pessoa certa. Precisa sentir a satisfação do entendimento. Precisa sentir a paz de planejar e contar com um companheiro. Precisa sentir a tremedeira e o frio na barriga que dá quando a pessoa beija. Mesmo que tudo isso não aconteça sempre, o tempo todo. Mas precisa ter.

Pra quem já tem essa pessoa, feliz dia dos namorados. E pra quem ainda procura… Um dia dos namorados mais feliz ainda, que se tem alguém que merece… São as pessoas que procuram sempre sua felicidade, a despeito de tudo que diz que isso não é tão necessário assim. Que essa atmosfera romântica contagie os corações, clareie as mentes e encoraje os espíritos. Tim-tim.

EXPEDIENTE
* Obrigada às pessoas que se empenharam em fazer os selinhos para o blog. Um deles já ficou pronto. Feito pelo seu Matusca, a pedido da Helô. Obrigada, queridos!
Meu botãozinho!

30 comentários sobre “LOVE,LOVE,LOVE

  1. Eu? A primeira ;P
    Affy..dizer que teu post tá ótimo é redundante ;P Adorei as teorias do teareputa maluco! *kkkkkkk* Consegui imaginar todas e o Jorgim passou no teste.

    Beijos moça!!

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  2. Olá, Mafalda!

    Pode ter certeza de que, ao ler este seu ótimo texto, fui torcendo, torcendo e torcendo para que você encontre a “pessoa certa”. Sempre acreditei que, neste mundo habitado por bilhões de seres, há de haver certa pessoa ao lado de quem nossa vida se renova, se amplia e toma os melhores rumos.

    Adorei saber que você não tem medo de amar. Há muita gente que está desenvolvendo esse medo, e isso é péssimo sinal, não é?

    Adorei também saber dos ensinamentos que você colheu das mãos do Senhor Tempo. Acho que o “professor” gostou tanto da perspicácia da aluna que deve estar preparando pra ela, com todo o cuidado,um belíssimo futuro de presente. É o que eu lhe desejo – de verdade!

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  3. É, eu sou um daqueles que ainda está à procura, mas felizmente me encontro com a serenidade do porvir. Como já diz uma frase que adoro: “Virá o dia em que, depois de dominarmos os ventos, as marés e as gravidades, dominaremos para Deus as energias do Amor. E nesse dia, pela segunda vez na história do mundo, o homem terá descoberto o fogo”. Lindo, né? Ah, Mafalda… uma novidade: estamos de “casa nova”… calma, o ALBERGUE MENTAL continua do mesmo jeitinho, com a mesma mobília e tudo… mas tivemos que mudar o link para poder editar duas barras de comentários. Tudo pelo conforto de vocês… que moral, hein? Um grande beijo, gatinha.

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  4. Desejo um Feliz Dia dos Namorados a todos! É sempre bom estar impregnado da coisa lúdica do namoro, tenha vc namorado(a) ou não! Namoro bom é aquele que alimenta sonhos, mesmo que vc tenha certeza que serão apenas sonhos mesmo…..
    Mafalda, mais uma vez, parabéns pelo texto!

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  5. Mafalda, mais uma vez um excelente texto. Puxa, você fala tão bem, numa sequencia tão gostosa de se ler. Este ano, não tenho ninguém do lado pra comemorar a data, assim, alguém certo, que eu já passe a semana planejando o presente, pra onde sair, etc. Isso para quem é romântica é tão ruim … Já passei por várias situações que você citou. Adorei ver que são situações comuns a todo mundo. Aprendi esse teste das três situações. Muito interessante, mesmo. 🙂
    Parabéns e que vc faça a escolha certa.

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  6. Miga, entender pq razão vc está sozinha é um gde mistério, dado q vc é uma namorada tão legal, tanto q duvido q quem já te namorou consiga te esquecer, vc sabe disso. Mas é bom te ver assim tão segura, cheia de opções e dando gás nesse seu coraçãozinho romântico.

    É o primeiro dia dos namorados q vou passar sozinha depois de tto tempo, tá doendo, mas sabe.. Vai ser bom ficar eu e meu filhote.

    Td q vc disse sobre o amor é verdade, miga, a pessoa certa é isso mesmo. Sortudo do moço q for o homem certo pra vc… Vai ser feliz pro resto da vida se souber retribuir um terço desse amor td q vc distribui.

    Um bjo de quem te ama ( sem sexo, hahaha )

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  7. Karina, meu amor mais perfeito… Eu bem sei o que é não passar nesse seu teste de qualidade, a coisa que eu mais queria é que tivesse conseguido fazer vc me amar ( sei que o Zé vai tirar com a minha cara, mas não tenho vergonha de dizer isso não, é a verdade e vc sabe ). Mas vc estava certa… Não dá pra deixar por menos. E apesar de morrer de ciúme, de raiva dessa distância, e inveja de quem for o escolhido… Te dou um conselho, minha querida, não passe o dia dos namorados sozinha… Vc não merece, se dê o presente de estar com alguém que te faça feliz… Mto feliz. Eu vou tentar isso tb. Só não se machuque mais… Por favor.

    Bjo do seu eterno apaixonado. :)))))

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  8. amar a gente ama… pena as vezes amar na hora errada, ou a pessoa errada, ou ainda os dois ao mesmo tempo!
    confesso não estar amando meu namorado agora, mas tenho um colo quentinho pra esse 12 de junho… e chantily no umbigo! hehehe…
    beijo.

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  9. Namorar dá um trabalho………. Eu cansei. Mas ainda és nova, e infinitamente mais nobre. Sortudo do rapaz que tiver tão meiga e profunda criatura para si. :o) Sumiste… Algo errado? Espero que estejas bem.

    Beijos… Muitos.

    Gilbert

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  10. A pessoa q me ama e eu estou tentando corresponder não me parece muito apropriada para nenhuma das três situações… Por quê, Deus??? Por quê??? Aiai… Porque o coração não obedece ordens inteligentes do cérebro, hein?

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  11. Mafalda Crescida… esse post está perfeito. É muito Mafalda.Tenho uma teoria muito particular sobre o amor e a pessoa certa… mas gostei da sua quando diz que existe uma pessoa certa para cada fase da vida. Ela pode ser a mesma, eu diria. Se o casal cresce na mesma direçao, serão novas pessoas na mesma pessoa… não sei se me fiz entender.
    Excelente post.

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  12. Arrasou! Principalmente nos dois últimos parágrafos do seu post!!! E concordo quando vc diz que um relacionamento dá certo, mesmo acabando. Eu mesma passei por isso: deu certo por cinco anos nos cinco anos e meio que ficamos juntos. O “meio” é que babou…e então terminamos numa boa, entendendo que não mais havia “aquilo tudo” que nos impulsionava antes. Hoje, sou mais feliz. Não por ter terminado um relacionamento que já não me fazia bem, mas por ter tido a oportunidade de amar de novo, amor de verdade, com respostas positivas para todas as perguntas do Analista de Ally Mc Beal. E eu que acreditava que só existia um amor na vida da gente. Hoje sei que não é assim e sei também que, com o tempo, nos tornamos mais exigentes na escolha do outro, o que só nos faz ganhar porque ficamos com os sentidos aguçados para encontrar na vida pessoas com as características que mais desejamos ter ao lado. “O que é do home o bicho não come”. Acredito que cada um temos um grande amor guardado, prontinho pra ser vivido. Feliz Dia dos Namorados!!!

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  13. Pessoa certa… será que existe isso? Concordo com a primeira regra principalmente: é momento. Tentar quantas vezes for necessário… é uma opção. A opção de passar por muitas tristezas e muitas alegrias. Agora, tentar, experimentar.. vale a pena sim. 🙂

    Beijos querida.

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  14. Casa comigo? :)))))

    Lindo esse post. Cheio de verdades. Meu coração covarde e boboca tremeu diante da sua postura, tão calma e tão serena, tratando de um assunto tão delicado, que tinha tudo pra ser triste, de maneira tão divertida e delicada. Como alguém aí disse, post perfeito.

    Fiquei pensando que ainda estou longe daquilo que pensava já ter alcançado… E quer saber? Aquelas verdades que você me disse outro dia, sobre ficar me escondendo nesse discurso de tenho medo de magoar aquela que me amou quando eu precisava, começam a fazer sentido. De fato, amor de verdade não se constrói na base da pena e do comodismo, mas na coragem de amar desse jeito maduro que você descreveu. Será que eu consigo mudar?

    Estou louco pra conversar com você sobre isso… Aparece on-line qualquer hora dessas.

    Beijos, amada, idolatrada, salve, salve. :))))

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  15. Concordo totalmente com as 3 verdades que vc descobriu. Essa história de “não deu certo” é uma mentira escancarada. Sempre dá certo, só que por tempo determinado. Qualquer que seja a escolha que você faça para passar esses dia, espero que seja a melhor pra vc! Beijos

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  16. Já vim aqui outras vezes em surdina, não deixei pegadas. Agora tenho que me manifestar: Mafalda foi um de meus personagens preferidos na adolescência. Vc encarna bem o espírito de uma revolucionária rebelde que jamais perde a ligação com seus sonhos. beijos

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  17. Oi Mafalda!
    Que post mais lindo!E muuuuuuuiiiiiiiiiito interessante! Digamos que eu, apesar de estar passando por uma fase complicadinha, também estou passando por dias muuuuuuuuiiiiiiiito românticos…
    Eu adorava assistir Ally McBeal tb… mas acho que perdi esse episódio. Mas essas instruções são acertadíssimas, gostei muito…
    Beijocas

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  18. Eu sempre fugia dessas datas… desses pensamentos e, principalmente, do que se referia a namorar, amar.
    Mas um dia o cupido flechou com força.
    surtei, fingi que não.
    tentei amar outro.
    mas não deu.
    e ele virou o namorado da vida toda. igual ao da terapia..

    beijos

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  19. Kari… que lindo texto! Não consegui selecionar uma frase apenas, pq tudo me emocionou muito profundamente! Quero passar o resto do dia olhando pro meu Boy e pensando nas lições que vc colocou, nas conclusões do psicanalista e nas coisas tão importantes que vc destacou…

    Feliz dia dos namorados pra vc, mocinha linda! Um brinde ao seu lindo coração!!

    Bjux!

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  20. Se o tempo te ensinou a “não abrir mão”, acho que essa foi das principais lições de tua vida… espero que traga bons frutos!
    Adorei o post inteirinho, e o post de cima também. Seu blog é alto-nível, fico muito feliz por isso… Quando eu for um ‘Tigrão Crescido’, quero ser como você…
    Beijos.

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  21. Mafalda:
    Pensei que ia ter a maior dor de cotovelo nesse dia dos namorados, amargurada, sozinha, triste, desacompanhada, enquanto os cinemas e os móteis estouravam com as filas intermináveis, mas me vi muito mais tranquila e até FELIZ do que poderia imaginar…Por que??? Ora, acho que é porque estou finalmente aprendendo coisas sobre eu mesma, sobre o que quero e quem quero e que aqueles conselhinhos do terapeuta da Ally, por mais doido que possa parecer, tem sim um fundo de verdade, quero todos os quesitos preenchidos porque quero preencher todos os questitos também…Não é exigência ou perfeccionismo, mas a vontade e a certeza de poder viver algo verdadeiro, comigo e com o outro. Nada pela metade, nada além do que é possível pra todas nós…beijinhos e feliz dia dos namorados para nós também…..Alê.

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  22. Teu texto tá muito massa… você, além de escrever bem, escreve umas coisas que npo fundo fazem sentido… quanto as teorias do terapeuta, adorei ver aquilo… mesmo que não sejam reais, ou vá lá que sejam, fazem sentido… daqui a pouco, com um tempo, vou ver o que acontece quando eu parar pra pensar em certas situações e em certas pessoas… no mais, teu site tá aqui como preferido… grande abraço, Sher…

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