NOTÃO DE ESCLARECIMENTO


Parece que o texto aí embaixo, para o meu mais absoluto espanto, se tornou um hit na internet. Com autoria, ou não, ele anda circulando pelos e-mails de pessoas dos mais diferentes lugares, e sendo citado em centenas de páginas, blogs e jornais virtuais.

Como tantos outros que já deixei aqui ( alguns deles bem famosos também, ainda que pouca gente saiba que saiu daqui ), ele é apenas uma opinião pessoal sobre o que vi e ouvi durante os meus dias nesta Terra. Não tenho e nem tive a intenção de convencer, doutrinar, seduzir e nem influenciar ninguém. A maior parte das vezes, escrevo para mim mesma. Apenas registro pensamentos insistentes para ter um pouco de sossego deles. Essa é a função social dos maiores textos deste espaço. E mais: como metamorfose ambulante que prefiro ser, pode ser que daqui a algum tempo nem eu mesma concorde totalmente com esse ou qualquer outro texto que escrevi.

Sendo assim, queridos leitores, novos ou antigos, assíduos ou flutuantes… Gostaria de responder aos muitos comentários que recebi pelo Mafalda Crescida, por e-mail ou na minha página do Orkut.

Aos que concordaram comigo, ou elogiaram o texto de alguma forma, digo que é muito bom saber que podemos partilhar de idéias e ideais; afinal, de que outra maneira podemos refletir sobre este mundo louco senão juntos, um esclarecendo os pensamentos e emoções do outro? Afinidade é tudo nessa vida!

Aos que discordaram do texto educadamente, agradeço, sinceramente; afinal, de que outra maneira podemos mudar e avançar, senão através das pessoas que nos mostram outros lados das questões que defendemos? Divergência é tudo nessa vida!

Aos que divulgaram o texto com créditos, obrigada. Bom saber que as coisas que pensamos podem ser amplificadas tanto e tão rápido.

Aos que repassaram o texto sem crédito intencionalmente, sugiro que repensem seu papel de leitor.

E aos que me xingaram, ofenderam ou demonstraram uma tremenda incompreensão do sentido real desse texto, me acusando de radical, de reacionária, de desrespeitosa, burra… Ou mesmo aos que atacaram o blog, dizendo que ele é “só um espaço onde você fica colocando suas idéias que ninguém quer saber” ( como se blog servisse para outra coisa )… Vão catar coquinhos na descida da rampa. Seus comentários foram e serão devidamente deletados. Afinal, a dona da pensão, pelo menos aqui, no MEU espaço, sou eu. Como se diz por aí, coloquem-se em seus devidos quadrados e vão escrever seus próprios textos, em seus próprios blogs.

Que coisa doida é a internet, sô!

Beijocas para os que forem gente boa.

94 comentários sobre “NOTÃO DE ESCLARECIMENTO

  1. Flor, de ternura!!!
    Achei o máximo muitos e muitas pessoas vieram beber na fonte!!! Encaminhei para algumas listas de discussão da PJ ( Pastoral da Juventude) e hj vi qtas pessoas vieram/ passaram por aqui… deixei o link p/ saberem de onde veio tanto “palavrório”rsrs
    O texto anterior por ter achado, um achado (como os outros) foi encaminhado…
    A idéia do NOTÃO, tb é formidável… engraçado como se tornou fácil as acusações e moralismo pela internet ou não…
    Haja visto oq foi essa eleição (de nossa cidade principalmente)…qtos reacionários, pragmáticos e facistas … hj estava pensando… por mais terrível que seja os EUA, lá esse preconceito velado q vivemos aqui PARECE ñ existir , vejam os “neonazistas” desta semana querendo acabar com os negros/as … em que pontos chegamos …e hj no noticiário não usaram o termo neonazistas, apenas os chamaram de “jovens revoltados”… e mídia-média-merda brasileira!!!!

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  2. Pois bem Dona Mafalda, dei a você seu devido crédito. Porque, afinal, quem escrever quer sim ser reconhecida. Maravilhosa interpretação de pensamentos, muito bem colocados. Voc~e tem, com certesa, o dom das palavras. Espero que continue brilhante e saiba, ganhaste uma fâ: EUZINHA. Não sei quem você é e nem conhecia seu blog até receber um e-mail de um amigo com o tão falado texto do “MONSTRO”. Então uma amiga sua leu meu blog e me pediu para creditar o “seu” texo. Creditos colocados, agora posso dormir em paz. Permissão para continuar lendo seu blog. Ele é realmente muito bem escrito. Obrigado…

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  3. Karina,

    Recebi o texto “criando um monstro” com os créditos e te encontre neste blog. Li os comentários e concordo plenamente com a tua opinião.
    Quanto ao “notão de esclarecimento” adorei o recado: vão catar coquinhos na descida da rampa!
    Bjs

    Ana

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  4. Querida,
    Adorei seu texto. Recebi de uma irmã, também educadora como eu ( sou professora de filosofia do ensino médio público estadual paulista) com os devidos créditos e endereço do blog. Debati com meus alunos, estimulando-os a darem suas opiniões, concordando ou discordando e tentando fundamentá-las. Foi ótimo. A maioria concordou e receberam também o endereço do blog (embora ainda não sejam tão crescidos…) Obrigada. Exerça seu direito de expressão. Beijos.

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  5. Boa tarde.

    Recebi este texto em vários e-mails que recebi, e perguntei as pessoas que o enviaram de quem era, e ninguém soube de dizer.

    Acho muita falta de ética e até mesmo crime contra o direito autoral, a nã divulgação do autor, e brigo muito por isto onde trabalho. Chego a ser radical.

    Gostaria de divulgar seu texto numa reunião que teremos para discutirmos problemas de violência na família.

    Para quem vai os créditos do texto? Seu nome é Karol?

    Encontrei esta informação num blog.
    Criando um monstro – (Karina dos Santos Cabral)

    E uma última pergunta. Vc tem alguma coisa a ver com os Drs da Alegria??

    ABs

    Marcelo

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  6. Olá Karina.

    Recebi seu texto sem os devidos créditos mas queria indicá-lo ao blog da minha turma na faculdade (http://blog.internacionalistas.com.br que tem outra excelente pessoa por traz de seus textos, Bruninha) e cheguei aqui no Mafalda crescida.

    Adorei o texto, ele é extremamente necessário para os dias atuais, já passou da hora de repensarmos nossos conceitos de vida e principalmente de criação. Em minha infância ouvi vários sonoros NÃOS e nem por isso sou traumatizado ou revoltado com meus pais, pelo contrário, aprendi muito com eles.

    Parabéns pelo texto e já estou navegando aqui no Mafalda para conhecer os outros.

    Grande abraço!

    Fábio / SP

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  7. Apesar de ler em sua nota de esclarecimento que não tivesses a intenção de doutrinar, achei muito simnplista o seu texto, e, mais do que isso, achei que tem um certo grau de contradição ao falar dos “[…]psicólogos de araque que infestam os programas vespertinos de televisão, que explicam tudo de maneira muito simplista e
    fala descontextualizadamente sobre a vida dos outros sem serem chamados” e logo após reduzir todo esse sofrimento a uma única causa: a de falta de “nãos”.

    Ao invés de fazer essa redução “simplista”, poderias estar escrevendo algo com fundamento, ou pelo menos algo que sensibilizasse quem está lendo para fazer melhorias diárias na sua vida e, não achar que tudo se resulta a falta de negação na infância e adolescência, ou pior, a falta de “laço” e castigos. Nesse ponto, você estaria descontextualizando toda a vivência dos envolvidos na dita “tragédia” e consequentemente jogando a culpa para os pais do rapaz, das meninas, para os policiais…

    Apesar de não teres feito o post pra as pessoas (eu presumo), me senti no direito de responder, ao ver tamanhna incoerência ao falar sobre os motivos disso tudo.
    Fica a dica…

    ATT

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  8. Li o texto e considero bastante válido em suas ponderações…..
    É certo que cada um tem uma experiência de vida e mesmo criando 5 filhos da mesma maneira, por exemplo, algum deles pode apresentar comportamento diverso, com direcionamento ao crime.
    Então, não só os pais, mas a sociedade civil em suas diversas formas de representação…. escola, governo, etc, tem sua parte….
    Achei muito bacana!
    Parabéns!
    Juliana
    Advogada/BH

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  9. Eu que nem adoro uma polêmica, resolvi pedir licença na sua salinha lotada pra comentar td isso, querida.
    Ao contrário do que já disseram aqui, não acho o texto simplista, porque O TEXTO NÃO É SOBRE O CASO ELOÁ. Claro que esse caso tem mtas razões e motivos. Mas o que vc colocou em seu texto me pareceu óbvio tb. O caso serviu a vc apenas para começar a tratar, como sempre brilhantemente, de algo mto maior e mais amplo. E tb não acho sem fundamento. Uma vez que vc, psicóloga formada – e competente – e com larga experiência no trato com crianças e suas famílias em diversos contextos, pode falar de cadeirinha de algo que vive tds os dias – e que não apenas observou algumas horas pela TV. Acho interessante a ingenuidade de alguns pais, achando que, só porque conceberam filhos, são capacitados para criá-los. Pais fazem mta besteira. E precisam refletir para evitar fazerem o pior por seus filhos. No caso de educação e crianças e jovens, só boas intenções não bastam. É preciso ter ações assertivas que sejam educacionais e amorosas ao mesmo tempo. É preciso ter clareza e consciência além do amor.
    O não dos pais não impede que uma pessoa se torne menos violenta, mau caráter, bandido ou psicopata – afinal, o mundo está aí e não podemos controlá-lo 100%… Pai nenhum conseguiria isso. Mas qdo um pai deixa de sancionar seus filhos, está facilitando o caminho deles a coisas destrutivas. Me desculpem os puristas, mas a alma humana não presta, e tende a fazer td que for egoísta e violento. É preciso rédea curta para reverter isso. E se os pais não fizerem, outras pessoas o farão.
    Termino dizendo que adorei sua nota de esclarecimento.
    Vc tem liberdade para se expressar como queira, como qqer outra pessoa tem. O problema é que talento na escrita e sensibilidade na percepção dos fatos é só para alguns… Bem poucos. E isso dói em algumas pessoas.
    Bjo enorme, minha mais querida dona de pensão.

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  10. Olá! Bom Dia!

    Recebi teu texto no trabalho hoje como sendo de autor desconhecido. Como tb tenho um blog e ontem provoquei uma séria polêmica em torno do assunto agressão à mulheres, pensei em publicar teu texto. Procurando uma foto para ilustrá-lo acabei desembarcando em teu blog e descobrindo ser o texto de sua autoria. Passei para te dizer que o colocarei no De Cara Pra Lua (http://decarapralua.zip.net) com todos os créditos devidos.
    Um abraço,
    Susan

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  11. querida, já recebi alguns textos sobre esse caso e confesso que nem um deles eu repassei. O seu foi o primeiro. Concordo plenamente com voce.
    Nossa sociedade vive a sindrome da falta de “não pode”. tudo é permitido e a consequencia disso são pessoas agressivas e desajustadas quando recebem um “não”.

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  12. Oi Karina,
    Recebi o texto, com o link do blog. Gostei do texto mas gostei ainda mais do “Notão de esclarecimento”! A Internet é um lugar muito doido mesmo, e às vezes é preciso mandar alguém “catar coquinho na descida da rampa”. Já lhe coloquei nos meus favoritos.

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  13. Olá.

    Recebi o texto por e-mail, com os devidos créditos, e resolvi passar por aqui.
    É engraçado como as pessoas, quando lêem um texto, apegam-se a uma palavra, a uma frase e com isso retiram-no de todo o contexto em que foi escrito. Concordo com suas palavras em “criando um monstro”. Com certeza não foi escrito pautado nas “culpas” que as pessoas com tanta emoção refutaram, mas na necessidade de nos ocuparmos mais (de forma não negligente) em estabelecer relacionamentos responsáveis, impondo limites, seja com namorados, maridos, filhos, amigos, esposas, etc…

    De qualquer forma, cabem os parabéns por escrever e expor suas idéias de forma tão coerente (e porque não, corajosa).

    Fernanda – Brasília

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  14. Karina:
    Gostei muito do texto sobre o Não, penso que se houvessem mais pessoas acreditando assim, com certeza a violência seria menor no mundo!
    Não adianta só investir em construções de presídios ou forças militares, tem sim que investir em educação, porque é dando a base que não se precisa remediar, afinal cabe aos pais a função de educar, os professores são apenas mestres, como o próprio nome já diz. Quanto à impressa, ela é um veículo que forma opiniões, por isso também precisa ser fiscalizada e também mereceria vários nãos, afinal “Liberdade” é diferente de “Libertinagem” e apesar de vivermos uma “Democracia” não queremos que nossos filhos presenciem tudo o que os donos de Redes de TV pensam que podem divulgar.
    Se os pais não são educados, os filhos com certeza também não serão e por aí segue a violência…
    Sucesso em toda sua vida!

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  15. Olá KARINA.. Novamente digo..recebi seu texTo – como você divulgou no notão. Via email e com autoria desconhecida. Pensei…como um belo texto deste pode não ter autoria..ivestiguei ..e descobri..tomei a liberdade de publicá-lo em meu blog…com os devido crédito. Sua opinião..que espelha a de muitos..é de fato um “chacoalhão” nas pessoas para acordarem para a nossa realidade.é um ACORDA Gente…Vamos praticar o NÃO como foma de construção de um mundo melhor…
    Agora xingar você por ter uma visão realista…pois a realidade nua e crua tem sabor amargo…o que eles querem…?? Parabéns novamente e sempre!!

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  16. Olá, Boa noite!
    recebi o texto com o seguinte cabeçalho….
    Como não conhecia seu blog, e com freqüento a DCPL e participo tbm um grupo de discussões o coloquei ontem assim como tinha recebido…se vc não é Drª Maria Isabel…me desculpe. O texto é de fato excelente, no qual minha discordância é mínima.
    ARTIGO PUBLICADO NO JB, DA DRª MARIA ISABEL ALVES, PROFESSORA DE PSICOLOGIA, QUE DENOMINEI DE “O NÃO DE ELOÁ”. VALE A PENA LER…
    Centro de Apoio e Defesa da Cidadania-RJ
    Encaminhado por sua aluna Danielli Pinho.

    Gostei muito do teu espaço, e como sempre guardo o que é bom…seu blog já esta em meus favoritos.
    beijos e parabéns!

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  17. Olá boa noite,

    Realmente seu espaço é muito bom.

    Hoje recebi no meu e-mail o texto que escreveu sobre o “Monstro” achei o texto de uma inteligente e colocação das palavras perfeita, por isso fui procurar quem tinha sido o autor dessa maravilha.
    Meus Parabéns por todas aquelas palavras.

    Uma ótima semana,

    Vivi.

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  18. Miga, passei a semana toda entrando em blogs e sites que publicaram seu texto sem autoria, avisando que tinha autor sim, e que era você, agora, minha maior preocupação é que tem um e-mail circulando por aí atribuindo seu texto a uma doutora em psicologia, dizendo que foi publicado no Jornal do Brasil. No site do próprio jornal não achei nada, mas acho bom você conferir isso, porque não é justo as pessoas fazerem esse tipo de coisa! Autoria na internet é uma bosta! Revoltante!
    Beijo, querida e agora famosa amiga. :-))))))

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  19. Karina,

    Recebi um email com seu texto sem estar creditado a ninguém. Após uma pesquisa rápida acabei no seu blog e soube da sua situação.

    Vi que em muitos lugares este texto está creditado a uma certa Dra Maria Isabel Alves, professora de psicologia.
    Pelo que pude ver neste site (http://claudiopaschoal.blogspot.com/2008/10/alerta-aos-pais.html), esta Maria Isabel é Psicóloga do Centro de Apoio e Defesa da Cidadania (cadec)

    Vendo este outro site (http://br.groups.yahoo.com/group/movimentoderealizacao/message/871) eu encontrei uma mensagem desta maria isabel, com um email de contato… cadecidadaniabrasil (hotmail)

    Pelo que aparenta um simples email repassado pode ter causado a confusão toda

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  20. Olá! Recebi o texto em questão, através de e-mail, mas com os devidos créditos e por isso estou passando por aqui.
    Lendo o seu texto, me recordei que o não foi a primeira palavra que meu filho mais velhoaprendeu a dizer, e com certeza não só ele, mas muitas outras crianças, pois sempre estamos dizendo à elas:” não faça isso”! ” Não faça aquilo”! Não pegue isso”! “Não coloque na boca”,” não pode”, etc….talvez seja por isso, que esquecemos dos nãos na fase que eles realmente precisam e entendem. Na verdade não é tão simples, é um pouco complicado e os pais sabem disso. Mas não restam dúvidas que o não é preciso sim, no momento certo e devido, e precisa ser explicado. As vezes é preciso que eles tenham consciência que exite uma hierarquia e é preciso usar da autoridade, não do autoritarismo. Eu tb. quando vi a reportagem, fiquei indagando, o por que da mãe daquele rapaz não ir lá, tentar convencê-lo a sair daquela situação, já que ele falou tanto sobre a mãe e até chorou??!! E os Pais da outra menina, onde estavam no momento em que ela voltou lá? Eu dizia, tá vendo que eu não permitia a minha filha voltar…sem querer julgar ou pré-julgar ninguém, mas são por quês que nem eles mesmos saberão responder, por mais que queiram, vão ficar o resto da vida com remorso pela falta de atitude e sem respostas pra tanta violência, desmedida e descabida.
    O seu texto bate bem com a minha opinião, embora tenha algumas discordâncias, mas são mínimas e nem vale apena citar, pois no todo, é o que penso tb.
    Foi bom conhecer seu blog. Se permite, vou add. nos meus favoritos.
    Abraços!

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  21. Saudações:

    Suas colocações são ótimas!
    Portanto…não é por acaso o número de repasses e todo o comentário que gerou. Para aqueles que realmente se preocupam em educar seus filhos, os NÃOS, fazem parte da enorme lista de recursos a que recorrem, na “luta” para formarem pessoas com os melhores valôres.
    Infelizmente…isso está em desuso!!!

    Parabéns Karina!!!

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  22. Olá
    Como psicóloga e professora não trocaria uma vírgula do seu texto, assino embaixo!
    Parabéns!
    Valores éticos e morais são substituídos pelo tudo pode e posteriormente o indivíduo não consegue lidar com suas frustrações já que os nãos estão a todo momento na nossa vida.
    Dizer não, dar limites são compatíveis com a arte de amar.
    Carinhoso abraço.

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  23. Prezada Karina,

    Somente hoje recebi seu excelente texto, com intervalo de cinco minutos, atribuído a “Sonia Carvalho” (?) e, logicamente, ao Arnaldo Jabor. Felizmente enontrei a sua autoria correta em breve pesquisa, e estou repassando a sua mensagem, devidamente corrigida nesse aspecto, com os seguintes comentários:

    ABRASPAS
    Plenamente de acordo.
    Agora, implementar é outra história.
    Um caminho (já falamos sobre isso) seria se os pais se reunissem (os jovens não se reúnem, e ferrenhamente?) num movimento de total solidariedade em prol dos “nãos”, dosados e nos momentos certos.
    Só procura ajuda quem reconhece, de público, que precisa dela. E muitos, como sabemos, não o reconhecem. Por conveniência, pressão social, “para não pegar mal”, “isso é coisa de pobre/ignorante” e assemelhados.
    Mas, não é assim que os Alcoólicos Anônimos, Narcóticos Anônimos, Neuróticos Anônimos, Mulheres que Amam Demais Anônimas e outros grupos sérios de auto-ajuda funcionam?
    “Olá. Meu nome é João. Há dois meses que eu consigo dizer ‘não’ aos meus filhos.” … (aplausos)
    FECHASPAS

    Parabéns e muito obrigado!

    Paulo Sergio

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  24. Olá! Recebi o seu texto por email e nele não continha nenhum crédito. Concordo com tudo que você escreveu. O post em meu blog, a princípio estava como “autor desconhecido”, só depois uma amiga sua me mandou um comentário informando de quem era o texto. Gostei muito disso: pude colocar os devidos créditos no texto e conheci o seu blog que também é muito interessante.
    Espero que você me perdoe pela falha, isso não irá acontecer de novo.
    Serei leitora assídua do seu blog, posso? Gostei muito daqui.

    Bjux!

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  25. Olá Karina, quando vi seu texto na comunidade que eu estava eu pensei, não pode ser um texto anônimo é muito atual procurei e achei vc aqui no blog da mafalda, em todas as comunidades que participo já coloquei os devidos créditos a vc.
    Bjos e fica na paz.

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  26. Karina,
    Recebi um e-mail neste instante (belo e equivocado pps) e aí me “gelou”, pois como oportuno e inteligente texto já tinha recebido da Marcinha (minha nora) que também é psicóloga, não tinha como ser um hoax ou coisa parecida. Pior! Já tinha postado em meu Blog (citando a verdadeira fonte). Corri atrás e cheguei até o seu magnifico e autêntico Blog (graças a Deus!), cujo conteúdo revela-se autentico e bem intencionado. Me deu inspiração para o próximo Post. Já identifiquei em seu Blog (e mais no texto referido) que a disciplina e a verdade são pontos em comum com aquilo que pretendo veincular no meu. É isso.
    Luz, e sucesso sempre. Um abraço.

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  27. adorei seu espaço…a principio achei que o artigo era de Maria Isabel, professora de Psicologia. Publicado no Jornal do Brasil, já vi sté com autoria de Arnaldo Jabor é mole? parabéns pelo belo artigo adorei!

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  28. Jabor é o campeão de textos falsos rolando pela internet… Eu não sei oq é que dá nesse povo… não sei se eles vêem um texto sem crédito e pensam “hummm… esse texto tah com cara de jabor…” e tascam o nome dele no final! Não sei se eles acham que botar o nome de um colunista famoso vai dar mais crédito ao texto… não sei mesmo… mas o fato é que o próprio já escreveu em uma coluna do estado de são paulo, falando sobre o “falso ele” que existe na internet… dizendo que é amado e odiado por textos que não escreveu: http://www.google.com.br/search?q=“jabor+virtual”

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  29. Oi Karina,

    Também fui uma das que receberam seu texto por e-mail, sem os devidos créditos… Achei-o excelente, com uma comunicação bastante clara e nada simplista, e o mantenho publicado no meu blog. Tomei conhecimento de sua autoria, atraves da sua amiga Adriana, que foi quem me repassou a informação.

    Realmente é necessario toda essa expressão de descontentamento com a direção em que caminha a nossa sociedade. E é dessa forma que podemos mudá-la.

    Abs.

    Vivian

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  30. Eu não sei o seu nome, mas gostei muito do seu texto e gostaria de pedir sua permissão para citá-lo numa monografia. Pediria que se possível me respondesse muito breve através do meu e-mail colocado acima, deixando claro seu nome para que eu possa colocar os devidos créditos.

    Aguardo retorno o mais rápido possível, pois preciso entregar minha monografia no próximo dia 04/11.

    Atenciosamente,

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  31. Li o seu texto e achei maravilhoso, no DCPL, com os créditos e por isso estou aqui.

    Escrevo no blogueiros do parabolica, blog filhote do Parabolica JP, do Vannucci, e estava tentando organizar idéias, para falar sobre esse assunto, dirigindo-o para uma campanha de conscientização de ações de cidadania, que podemos tomar, em relação à forma de educar nossos filhos, ao sensacionalismo televisivo, à inoperância da polícia, à falta de espiritualidade na família e à omissão dos governos. Li também um artigo no http://olharcristao.blogspot.com, que fala sobre uma entrevista de Anne Graham, no programa Early Show, sobre como afastamos a presença de Deus em nossas vidas… muito bom. Não sou fanática religiosa, mas acho que devemos nos lembrar, de que nada sabemos sobre o que realmente somos, e a isso chamamos Deus.

    Acho realmente que está faltando o “não”, o respeito, a ordem e a educação. Nossa sociedade está pemissiva, aceitando tudo, permitindo tudo e divulgando tudo… sempre em excesso.

    Vou voltar a este blog mais vezes. Parabéns… abraço carinhoso.

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  32. Karina, boa noite.
    Achei oportuna e interessante sua opinião , da qual comungo em todos os termos.Decidi expô-la no blog do augustomeira (uma escola) pois entendi que mensagens como a sua devem ser direcionadas a todos os adolescentes de nosso País, onde na maioria das vezes são os que mais proporcionam esses lamentáveis episódios que nos deixam a pensar sobre a delinqüência juvenil e falta de ideais de vida desses nossos jovens, nos dias de hoje.
    Um abraço.
    prof. Mauro Arnaud.

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  33. Oi! Sou professor e foi um prazer ler seu texto. Você simplesmente sintetizou tudo aquilo que já venho preconizando junto ao meus alunos. Hoje está faltanto a coragem de dizer NÃO. Inclusive li o texto para meus alunos, que por sinal são vários. Não tinha a fonte, mas procurando um pouquinho achei, agora já posso anunciar a autora de uma excelente crônica. Meus parabéns!!!! Texto fantástico! Um abraço!

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  34. Oi Karina!!
    Adorei o texto parabéns!! Recebi e passei para os amigos com os créditos!!
    Concordo com tudo que está escrito!! ” A criança é o pai do homem.”
    Adoro a Mafalda tb!!
    Beijos!

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  35. É isso aí. Em tempos conflituosos, atitudes corajosas como a sua, deveriam e devem ser externadas de todas as formas. Aonde vamos parar com tanta loucura nesse mundo? Não podemos permitir que os pessimistas de plantão, desajustados, que não queiram ajuda, consigam amealhar cada vez mais seres humanos inocentes como as crianças, para criarem monstros. Devemos sim, sufocar o “jogo” da malandragem do banditismo, da drogadição, etc… . , ufa! Ficaria aqui digitando um enorme texto.
    Não sou falso moralista, sou a favor da alegria de viver, do sorriso, da atitude sem culpa, do auxílio ao próximo, da união em prol do bem.
    Parabéns!

    Alexandre Bueno

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  36. Oi, Karina! Tenho recebido e-mails com seu texto de várias pessoas. Achei interessantes as suas ponderações. No mínimo, nos fazem pensar em nossa postura como pais e educadores e rever algumas práticas tão comuns em nossos dias.
    O que me chamou a atenção é o fato de que em alguns dos e-mails, seu texto aparece com os devidos créditos. Percebi que algumas pessoas realmente se preocuparam com isso. Já em outros, a autoria já trocou algumas vezes de mãos… Apareceram vários pais para a sua criança (!)
    Resolvi pesquisar o autor e acabei no seu blog e achei ótima a idéia do Notão de Esclarecimento.
    A internet tem sido um recurso interessante para diminuir as distâncias e facilitar a pesquisa e divulgação de idéias, apesar de também dar margem a muitas práticas abusivas.
    Uma pena que também sirva para facilitar a desvalorização da autoria…
    Acredito que também está na hora de dizer um NÃO a essa prática!
    Silvia – psicóloga

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  37. Karina

    Parabéns pelo seu texto. Recebi o mesmo por email e comecei a pesquisar o nome do autor. Ele diz o que realmente a nossa sociedade precisa escutar, é uma tapa para muitas pessoas (já tivemos tantos casos, este é só mais um) e exemplo para quem pretende um dia ter um filho.
    Com relação as criticas, não é novidade…tem muita gente precisando crescer amadurecer para conseguir entender alguma coisa…

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  38. incrível como me identifiquei com seu pensamento sobre “Como criar um monstro”. Realmente deveríamos nos preocupar muito com a educação de nossos filhos e passar também para que eles (os nossos) aprendam a dizer não aos seus, quando os tiverem. Quanta coisa pode ser evitada!!! Mas felizmente ainda há tempo para se fazer muita coisa, se quisermos mesmo! Você é fantástica e saca bem o que vai na alma humana, parabéns!

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  39. Olá Mafalda.
    Recebi seu texto por uma amiga. Gostei muito. Tanto que repassei imediatamente (com o devido crédito) para os amigos da minha lista. Quanto a criticas. Bem…, infelizmente saudáveis ou não elas tem que existir.
    Posso te garantir que de minha parte você escreveu tudo aquilo que eu gostaria de ter escrito e não escrevi. Talvez por não ter a intimidade necessária com as palavras. O mais importante é que existem pessoas como você que tem esse dom, e é isso que importa.
    Ah! Quanto àqueles que te criticaram vai ai um recadinho pra eles.
    Lembro-me de ter visto num desses jornais televisivo um Homem ter dado uma carteirada na câmera de uma televisão e dizendo o seguinte texto: “Estou aqui para garantir a integridade física do Lindemberg”.
    Caro Senhor, a integridade física dele esta preservada como o senhor queria.
    Quanto a Garota! Bem se dane ela né. Quem a mandou não voltar mais uma vez de tantas outras vezes que ela havia voltado de tantas vezes que ele havia terminado o namoro.
    Cara Mafalda o que eu vejo no nosso país é uma enorme inversão de valores. Tudo que é errado esta certa, e tudo que é certo esta errado.
    Boa sorte, tudo de bom.

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  40. [rs] Conheci mafalda Crescida através desse texto criando um monstro que ainda bem foi repassado com os direitos autorais… Nem me impressionou tanto assim o texto… Mas esse que v. escreveu. Esse eu gostei! Parabéns! É isso aí!!! Bjocas

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